Autonomia Integrada

Mudar de soluções “ou isso ou aquilo” para soluções “isso e aquilo”

Panorâmica

Esta metodologia permite que o grupo mude de soluções “ou isso ou aquilo” para soluções “isso e aquilo”. Ela envolve os participantes em pensamento estratégico mais nítido, compreensão mútua e ação colaborativa, abordando as vantagens de ser mais integrado e autônomo, em vez de pensar nas soluções como “isso ou aquilo”. Explora maneiras de encontrar uma combinação equilibrada de integração e controle globais, juntamente com soluções localizadas e autonomia.

Quando usar

  • Desenvolver estratégias inovadoras para avançar.
  • Impedir que políticas e ações flutuem arbitrariamente entre extremos.
  • Reconhecer que pares complementares-mas-paradoxais podem ser gerenciados produtivamente (não há apenas uma única decisão a ser tomada).
  • Avaliar decisões, verificando se todos os aspectos estão sendo tratados (“Estamos otimizando ou dando suporte a ambos os aspectos?”)
  • Avaliar e lançar novas estratégias.

Como aplicar

Começar:

Convide os participantes a explorar uma questão que deixa as opções “isso ou aquilo” muito claras, e pergunte se é realmente uma escolha uma-ou-a-outra, ou se ambas as opções são possíveis ou desejáveis​​.

  • Exemplo: “O nosso propósito será melhor servido por maior autonomia local, personalização, competição e liberdade entre unidades/sites?” Ou; “Nosso objetivo será melhor servido por maior integração global, padronização e controle entre as unidades/sites?” “Ou os dois?”.
Montagem:
  • Ao redor de mesas ou um grupo de cadeiras, papel para registrar.
  • Se várias unidades ou grupos estão envolvidos no dilema a ser explorado, representantes de cada um devem estar presentes.
  • Todos têm a mesma oportunidade de contribuir.
  • Os participantes trabalham individualmente para gerar temas, em seguida trabalham em pequenos grupos, e encerram o trabalho no grande grupo.
Tempo/Passos:
  • 5 minutos para introduzir a ideia de integração-e-autonomia para o tema em questão, usando uma pergunta: “Como podemos ser mais integrados e mais autônomos ao mesmo tempo?”.
  • Peça aos participantes para compartilhar um exemplo de experiência pessoal, caso tiverem.
  • 10 minutos para usar a estrutura 1-2-4-Todos para gerar uma lista de atividades, fazendo perguntas como: “Onde está a tensão entre o nosso desejo de padronizar e a necessidade de mais personalização ou autonomia?”.
  • 10 minutos em grupos de quatro: escolha uma atividade para cada grupo e pergunte quais as razões para cada linha de ação. Por exemplo, “Qual o fundamento para a padronização? Qual a justificativa para a personalização?”.
  • 10 minutos para usar o 1-2-4-Todos, para desenvolver ações que estabeleçam uma linha de ação primordial e desenvolver ações que estabeleçam a linha de ação alternativa.
  • 5 minutos para perguntar se há opções em qualquer uma das listas que possam impulsionar as linhas de ação. Por exemplo, “Que ações impulsionariam a padronização (grupo A) e personalização (grupo C)?” Veja o diagrama acima.
  • 15 minutos para perguntar: “Que ideias criativas ou modificações podem ser feitas para mover ações do grupo A para o grupo B ou do grupo C para o grupo B?” (o Grupo B representa a opção “ambos” – veja o diagrama abaixo).
  • 10 minutos para criar uma lista de prioridades das estratégias de ação mais promissoras que abordam tanto a integração quanto a autonomia.
  • 15 minutos para refinar as etapas das ações com Troika de consulta e 15% Soluções.

Estudo de caso

Atividade:

Projetando o(s) site(s)

Contato:

Minori Hara, m.hara@itcilo.org (ICTS)

Gaël Lams, g.lams@itcilo.org (ICTS)

Descrição:

Todos os diferentes departamentos têm seus próprios sites, bem como o Centro. Para criar mais integração, no entanto mantendo a autonomia dos departamentos, a ICTS realizou várias entrevistas com membros da equipe da CIF-OIT para estabelecer possíveis soluções. A necessidade de uma governança adequada do(s) site(s) foi identificada, já que algumas informações podiam ser encontradas em vários lugares. A metodologia de autonomia integrada foi utilizada a fim de evitar uma abordagem de cima para baixo. A metodologia funcionou muito bem para ajudar a ICTS a atender as necessidades de todos.

Dicas

  • Progredir neste desafio pode mudar o que é possível para toda a organização: gere Min Specs/Espec. Min. (Especificações Mínimas) assim que começar a entender o que o ajuda a ter sucesso.
  • Substitua colaboração e competição por integração e autonomia.
  • Tente tornar ambos os lados importantes, “Como estamos integrados e autônomos em nossas operações atuais?”
  • Baseie-se em experiência de campo e imaginação, “Como podemos fazer mais de ambos?”.
  • O objetivo é fidelidade em alguns atributos globaisfundamentais e diferenciação em cada cenário local.
  • Numa fase inicial da atividade, a tensão criativa entre os lados é quase invisível. Na medida em que avança, os participantes podem emperrar ou começar a discutir. Para iniciar uma discussão construtiva, mude a perspectiva fazendo uso do método De Bono Six Thinking Hats – (Os Seis Chapéus do Pensamento de De Bono).

Recursos

  • Esta metodologia foi adaptada, com permissão, do site Liberating Structures.

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